Uma ótima forma de aprender um idioma

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Retomando as atividades com o Papo Business, percebi o quanto inglês e outros idiomas ainda são uma grande barreira no aprendizado e participação das pessoas em grupos de estudos e demais atividades que tenham/envolvam falar/ler/ouvir/escrever em outra língua.

Estudei em duas escolas durante anos, mas não completei o curso de 6 anos em nenhuma das. Cursei metade em cada e não tenho o menor interesse em voltar a gastar insanamente sem obter os resultados prometidos. É relativo, mas vou contar uma coisa para vocês. Na última escola me envolvi em todas as tarefas oferecidas oficialmente e não-oficialmente: grupos de estudos, grupos de conversação, dia musical com tradução dirigida pelo Professor Júlio (gente que figuraça! uma pessoa maravilhosa e ótimo professor), a biblioteca que visitava todos os dias jogando Full Throttle, aprendendo a escrever em blogs com os estrangeiros que passavam por lá e desenvolver páginas em HTML através do bloco de notas (juro! e com apostilas enormes), depois em PHP, grupos de leitura, alugando CDs e filmes em VHS (colava uma tira de folha A4 para esconder as legendas)…que ótimos anos! E foram todas estas atividades extras que me deram a boa base que tenho em inglês, pois já esqueci tudo de francês e espanhol. Porém, isto partiu unicamente de mim, pois queria muito aprender e fazer valer o investimento. A escola e alguns professores não incentivavam os alunos para atividades extras. Só as aulas com provinhas não servem. Muitas escolas seguem o modelo tradicional de ensino.

Infelizmente, com tempo sem praticar, perdi a prática do listening, das conversações e até mesmo a da leitura (que mantive ativa, mas não com a mesma frequência que lia e discutia com outros alunos).

Já falei aqui sobre o Livemocha, mas por conta dos rapazes que queriam mais um live sex que conversar e corrigir minhas tarefas, abandonei a plataforma.

Com o Clube do Livro Salvador, passei a comprar e ler mais livros em inglês, participar dos fóruns e até me envolvi em projetos de tradução. Resolvi manter as atividades que fazia na época do curso de inglês: leituras, filmes e seriados ativando e desativando as legendas, participava de fóruns em inglês (em diversos temas) e tentava sempre comentar. Nesse meio tempo tomei coragem e ativei um projeto antigo para aprendizado em grupo através de clubes de leitura voltados a área de negócios, o Papo Business.

Ontem vi um retweet do Professor Masanori (Python for Zumbies, que estou fazendo) para a Julie Pagano que disponibilizou seu vídeo e legendas em inglês para um projeto colaborativo de tradução, permitindo que mais pessoas possam assistir a palestra.

Eis que na madrugada mesmo iniciei minha contribuição para as legendas em PT-Br. Falarei mais sobre minha empolgação com o tema e atividade em outra publicação.

Aprimorando o aprendizado

E o Amara? Adorei conhecer esta plataforma de tradução colaborativa. O propósito deles é facilitar para as pessoas surdas e com dificuldades auditivas, além de proporcionar que mais vídeos estejam acessíveis  para mais pessoas de diferentes idiomas. São diversos projetos que você pode se voluntariar.

É isso, people.

Até o próximo post.

P.S.: Escolham outro dicionário se puderem. Neste não encontro vários verbetes e sempre tenho de recorrer ao São Google. E não são palavras relacionadas a negócios, gírias, programação e etc. Já tenho ele há uns meses ou quase um ano, mas não vou comprar outro justamente por causa da grande ajuda do Google.

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