Pergunta do dia

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Conquistei a secretária, conquistei o Marketing, driblei o setor de “TI” (que é o CPD, pois pra mim TI é muito mais que fornecer suporte técnico) e cheguei no dono. Almoços, cafezinhos, bate papo descontraídos, mas CONVERSÃO, CONTRATAÇÃO, VENDAS que é bom, necas.

Como convencer o prospect que ele precisa do serviço? (na verdade, sou eu quem preciso vender pra ele)
Que argumentos usar para converter em venda?

Aqui, para a maioria dos empresários não basta test drive, idéia mastigada, tem que fazer e acontecer e ainda ouvir que não foi o bastante para convencê-lo.

“Você definiu o perfil de cliente que deseja atingir e manter?”

Certo, mas pense:
Como qualificar prospects quando se tem metas quantitativas pra bater toda semana?

É, vou ler mais Raúl Candeloro e as dicas do Ricardo Jordão.

Quem sabe as respostas não brotam de repente.

Métricas de Vendas

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Constantemente vocês irão ver aqui o nome Ricardo Jordão Magalhães e Quebra Tudo!.

Simples. Ricardo é um dos gurus que consulto diariamente.

Esta semana estava passando (de novo, dejá vu) por situação igual: vendas, métricas e solução.

Leiam, espalhem, guardem no pen drive, no Google Docs:

Palestra em Convenção de Vendas.

Olha só que lindo um dos slides que Ricardo compartilha:

Transformei logo em planilha. Segue link para visualizar, fazer download no Google Docs: http://bit.ly/brDWTC

Esta planilha Métricas de Vendas é baseada no slide de Ricardo Magalhães.

Dica: Livro, teste e mini cursos.

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Quer aprender mais sobre vendas e negociação e ainda obter um assessoria de um dos melhores especialistas sobre o assunto?

Leia o livro “Negociando para Ganhar” de Márcio Miranda.

Prático e ótimo. Possui uma dinâmica interessante e alguns testes para você praticar no dia a dia.

Vou até reler o livro e ver como andam minhas habilidades.

Ganhei o livro em 2006 e até hoje não finalizei meu curso de negociação à distância. Acessei o site indicado pelo livro pela primeira vez e acabei descobrindo que se você se cadastrar para receber as novidades, ganha de brinde um e-book baseado no livro que indiquei.

Visitem o site www.workshop.com.br e leia os artigos, faça os testes, veja os mini cursos.

Tenho outros livros e sites para indicar sobre o assunto. Coloco depois aqui.

Enviem suas sugestões e compartilhem aqui.

Abraços,

Geisa Santos.

Eu vendo, tu vendes, todos vendemos. Parte III

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Lembram da minha primeira experiência com vendas que relatei aqui?

Continuando, aos 10 anos eu me lembro de trocar e vender figurinhas repetidas. Muitas vezes no bafo, que eu não sei se pode ser chamado de brincadeira, você acabava com mais figurinhas repetidas do que quando começou e só restava barganhar com doces ou moedas (Credo! Na época cruzado novo. Jesus quanto tempo! Nem vou tecer comentários sobre quais eram os doces. kkkk)

Já aos 12 anos a mania do papel de carta ainda era uma sensação entre as meninas da minha idade. Como era mami que bancava a mania, eu preferia vender o papel de carta repetido do que trocar, pois com o ganho eu podia comprar mais sem ter de pedir dinheiro pra mami de novo.

A iniciativa partiu de algumas colegas que mostravam suas pastas e em algumas folhas já tinha uma etiqueta com o valor pra venda.

Aos 15 anos tive a experiência marcante na criação de bolsas e acessórios em tricô e crochê que relatei para vocês na primeira parte.

Depois me tornei comissária de bloco, depois fui vendedora de cosméticos pela Contém 1g e por aí vai.

NOTA: Tive de pesquisar aqui que moeda circulava em 92. Eu nunca fui muito de gravar que época era cruzado, que outra era cruzado novo ou cruzeiro ou ainda cruzeiro de real. Sempre é muito confuso.

Segue um link com uma cartilha com todas as moedas que já circularam em nossa economia. Do site do Banco Central: http://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_DinheironoBrasil.pdf

Essas lembranças me deixaram muito curiosa pra conhecer a sua história também. Conta aí uma experiência.

Não deixe também de se inscrever no e-zine da VENDA MAIS e mandar seu relato pro Raúl e sua equipe em: leitor@vendamais.com.br e contar sua primeira experiência em vendas.

Abraços,

Geisa Santos.

Eu vendo, tu vendes, todos vendemos. Parte II

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No post anterior transcrevi um relato de Raúl Candeloro, editor chefe da revista VENDA MAIS.

Ao fim do seu relato cada assinante da e-zine recebeu o seguinte pedido:

Essa lembrança me deixou curioso para conhecer sua história. Guida, como foi sua primeira venda? Qual foi a grande lição que você aprendeu com ela? Escreva para nós, envie um e-mail para: leitor@vendamais.com.br e conte-nos sua primeira experiência em vendas.

Minha relação com vendas começou quando eu tinha por volta de 10, 11 anos. Minha “vozinha” (avó) estava me ensinando alguns pontos em crochê para criar roupas mais apresentáveis para minhas bonecas. Eu sempre inventava roupas e modelos em papel ou retalhos e costurava nas bonequinhas peitudas, pernudas e loiras da cintura fina.

Fiquei fissurada na técnica do crochê que acabava levando para o colégio o kit com linhas e alguns acessórios já feitos, inclusive vestidos em uma boneca. Minhas coleguinhas adoraram e comecei a fazer algumas peças para minhas amiguinhas. Continue lendo